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Geral

Categoria para notícias do CENTRO 2020 que não se inserem em nenhuma das categorias

Nesta secção monitorizam-se o número de reuniões/eventos (e.g. EDP- Entrepreneurial Discovery Process, PDL -  Project Development Labs, Focus Groups, etc) realizados na Região Centro, o seu número de participantes e ainda outros elementos que possam demonstrar a importância e sucesso dos mesmos (por exemplo, o número de ideias de projetos resultantes). É dada particular relevância à promoção empresarial em torno de determinadas áreas consideradas fulcrais para a Região.

 

Número de reuniões de discussões temáticas realizadas no âmbito da RIS3 do Centro 12
Número de participações nas reuniões de discussões temáticas realizadas no âmbito da RIS3 do Centro 482
Número de ideias de projetos resultantes de reuniões de discussões temáticas realizadas no âmbito da RIS3 do Centro 18

Esta secção faz uma análise atenta e qualitativa às Plataformas de Inovação, contendo:

  • Dinâmicas em curso;
  • Análise zoom de candidaturas;
  • Identificação de projetos emblemáticos RIS3 (“selo RIS3”);
  • Projetos financiados por outros instrumentos (e.g. H2020, INTERREG, …);
  • Análise aos Programas Mobilizadores;
  • Promoção de Programas Doutorais e Contratação de Recursos Humanos Altamente Qualificados.

Está em definição um conjunto de indicadores de resultado e de realização da RIS3 do Centro.

Este relatório irá conter:

  • Uma análise da evolução das dinâmicas por plataforma;
  • Uma análise dos indicadores de resultados definidos;
  • Uma análise da posição do Centro de Portugal no Regional Innovation Scoreboard;
  • Uma síntese das conclusões/recomendações que forem sendo produzidas no âmbito das outras componentes da monitorização e que poderão vir a ser importantes para suportar opções para o próximo período de programação financeira.

Este relatório será uma versão preliminar do relatório final de monitorização.

Nesta secção monitoriza-se o funcionamento dos órgãos de governação (incluindo os Grupos de Trabalho criados por plataforma de Inovação) e outras dinâmicas relevantes para o desenvolvimento da RIS3 do Centro, como foi a Consulta Pública.

 

Número de reuniões dos órgãos de governação 39
Número de participações nas reuniões 1479
Número de sessões da consulta pública 3
Número de participações nas sessões de consulta pública 198
Número de contributos recebidos através da consulta pública 25
Número de reuniões do Conselho Coordenador da ENEI, com presença da região Centro 2

 

 

 

Distribuição das candidaturas aprovadas, sujeitas a análise do alinhamento com a RIS3 do Centro, por Tipologia de Instrumento (31 de dezembro de 2020).

 

          

 

Distribuição das candidaturas aprovadas, sujeitas a análise do alinhamento com a RIS3 do Centro, por Plataforma de Inovação (31 de dezembro de 2020).

 

                                                            

 

Distribuição das candidaturas aprovadas, sujeitas a análise do alinhamento com a RIS3 do Centro, por Domínio Diferenciador Temático e Prioridade Transversal (31 de dezembro de 2020).

 

    

 

 

Distribuição das candidaturas aprovadas, sujeitas a análise do alinhamento com a RIS3 do Centro, por localização dos projetos por NUTS III (31 de dezembro de 2020).

 

                                                

 

 

Para mais informação consulte aqui o Caderno D.

 

 

Nesta secção monitoriza-se o número de ações desenvolvidas para comunicação da RIS3 do Centro, bem como a presença em eventos nacionais e internacionais e outros elementos cruciais à comunicação e capacitação da Estratégia, como o número de materiais de promoção produzidos.

 

Número de sessões de capacitação da RIS3 do Centro (co)organizadas pela CCDRC 10
Número de participações nas sessões de capacitação 601
Número de presenças da RIS3 do Centro em eventos nacionais 13
Número de presenças da RIS3 do Centro em eventos internacionais 24
Número de documentos de comunicação da RIS3 do Centro 11
Número de atualizações dos documentos de comunicação da RIS3 do Centro 24
Número de visitas ao microsite da RIS3 do Centro (a 3 de março de 2020) 41.691

TESTE

TESTE

TESTE

Sistema de Monitorização
Processo de
Desenvolvimento
Operacionalização Análise de
Longo Prazo
Governação Alinhamento
de Projectos
Relatórios
Comunicação
e Capacitação
Plataformas
de Inovação
Discussões
Temáticas
Painel de
Indicadores

Inovação territorial Inovação territorial

Com esta plataforma de inovação pretende-se ativar o contributo do sistema social e económico, introduzindo na Região novas linguagens e processos que corporizam uma agenda para a inovação indissociável do potencial endógeno do território, do seu potencial humano, das suas gentes e da ligação que estas estabelecem com o seu contexto. Assim, dinamizam-se aqui projetos e soluções inovadoras para os territórios rurais e de baixa densidade, que promovam cidades inteligentes e sustentáveis, como base numa economia de baixo carbono, e que procurem a qualificação do turismo da Região.

 

4.a) Promoção e dinamização de projetos de inovação ancorados no território

Desenvolvimento de sistemas e tecnologias de informação que promovam oportunidades e recursos e minimizem riscos de segurança (e.g. cibersegurança)

Desenvolvimento da Economia Criativa

Desenvolvimento de projetos inovadores na área da Economia da Natureza, da Economia Verde e de Baixo Carbono

Desenvolvimento de projetos que promovam sistemas de alimentação saudável

Valorização e inovação nas fileiras produtivas rurais (promovendo cadeias curtas de comercialização)

Promoção de projetos que assegurem a acessibilidade a bens e serviços e a melhoria da qualidade de vida, em especial nos territórios de baixa densidade

Promoção de cidades sustentáveis, criativas e inteligentes

Desenvolvimento de redes e de sistemas inteligentes (por exemplo, energia, água, comunicações e mobilidade, designadamente em formato open data)

Promoção de projetos que visem a revitalização do património cultural (construído ou imaterial)

Desenvolvimento de soluções inovadoras no habitat que respondam às necessidades e tendências sociodemográficas (envelhecimento ativo, autonomia da população idosa, espaços evolutivos consoante as necessidades, dificuldades motoras, etc.)

Promoção de novos modelos de participação no desenvolvimento das cidades (city making) e na governação do território

Desenvolvimento de novas soluções e serviços que promovam a relação entre o espaço rural e o espaço urbano

4.b) Promoção de iniciativas de inovação social

Desenvolvimento de projetos que incidam, de forma inovadora, sobre as problemáticas da inclusão social, nomeadamente a pobreza (urbana e rural), o desemprego, a capacitação de jovens e a inclusão de públicos em situação de desvantagem

Promoção de modelos pedagógicos inovadores e integradores de ensino/aprendizagem

Desenvolvimento de soluções inovadoras que gerem novas formas de empregabilidade e autoemprego

4.c) Desenvolvimento de propostas inovadoras para a qualificação do turismo da Região Centro

Desenvolvimento de projetos turísticos diferenciadores e customizados e que contribuam para a sustentabilidade dos destinos

Estruturação de pacotes turísticos combinados e/ou compósitos, incluindo produtos de fora da região

Inserção de produtos regionais em pacotes turísticos de maior escala (nacional e mesmo internacional)

Desenvolvimento de uma rede de alojamento turístico altamente inovadora

Valorização dos ativos/recursos diferenciadores da região na estruturação de produtos turísticos também eles diferenciados (turismo rural de qualidade, termas e turismo de bem estar, turismo de percurso, turismo de experiências, turismo sustentável, turismo cultural, surf, ...)

Tecnologias para a qualidade de vida Tecnologias para a qualidade de vida

Embora o conceito de “Qualidade de vida” seja transversal a vários setores, envolvendo fatores multidimensionais da vida, nesta plataforma de inovação este conceito está, inegavelmente, relacionado com a saúde e os seus cuidados. Assim, procuram-se projetos que promovam o desenvolvimento de tecnologias e soluções para a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, para o envelhecimento ativo e saudável e para a oferta integrada de turismo e bem-estar.

 

3.a) Desenvolvimento de ações e sistemas inovadores de prevenção em saúde

Estímulo ao aparecimento de produtos e de serviços que contribuam para promoção e a manutenção da saúde

Promoção de tecnologias para a gestão e monitorização à distância e tecnologias que incentivem comportamentos saudáveis tirando partido, por exemplo, da utilização de “serious games”, realidade virtual ou “internet das coisas”

3.b) Desenvolvimento de ações e sistemas inovadores que facilitem o diagnóstico precoce em saúde

Promoção da identificação e/ou validação de bio marcadores, plataformas de integração de dados em saúde, monitorização remota, ambientes preditivos, medicina de precisão, medicina personalizada e avaliação de predisposição à doença

3.c) Desenvolvimento de novos tratamentos e terapias (e.g. celular, genética, biológica, farmacológica, regenerativa, entre outras)

Promoção de plataformas de investigação, pré-clínica, clínica e ensaios clínicos

Promoção da participação em redes de investigação translacional

Desenvolvimento e validação de novas terapias, incluindo terapias de precisão (e.g. farmacológicas, génicas e celulares), novos materiais (e.g. biomateriais) e de dispositivos médicos

3.d) Desenvolvimento de ações e sistemas inovadores que promovam o envelhecimento ativo e saudável, indutores de uma vida autónoma (independent living), que cruzem as diferentes redes de cuidado (cuidados de saúde e apoio social)

Promoção de tecnologias de apoio e monitorização com impacte no processo de envelhecimento (preventiva, terapêutica, ocupacional e social)

Desenvolvimento de serviços de valor acrescentado na região (como early adopters), que facilite a inclusão dos mesmos produtos e serviços em cadeias de valor internacionais

3.e) Adoção de plataformas de promoção à interoperabilidade entre sistemas, potenciadoras de soluções centradas no cidadão

Incorporação de conceitos tecnológicos avançados que promovam a integração entre cuidados de saúde, apoio social e bem-estar (well-being), contribuindo para o aparecimento de soluções digitais centradas no cidadão

3.f) Promoção de ações que permitam reforçar a aposta no Turismo de Saúde e Bem-Estar

Cooperação intersetorial no turismo de saúde e bem-estar, investigação, inovação e formação

 

Valorização dos recursos endógenos naturais Valorização dos recursos endógenos naturais

Esta plataforma de inovação tem como objetivo dinamizar projetos estruturantes importantes para o progresso e para a sustentabilidade social, económica e ambiental da região. O grande desafio com ela apresentado é o da conservação, mapeamento, preservação e valorização contínua dos recursos endógenos naturais, bem como o estímulo à criação e internacionalização de novos produtos de valor acrescentado nos diferentes setores, privilegiando um conhecimento profundo destes valores.

 

2.a) Conservação e sustentabilidade dos recursos endógenos naturais

Promoção de projetos para o conhecimento e valorização dos serviços dos ecossistemas (de suporte, de regulação, de produção e culturais), incluindo as formas de valorização constituintes do bem-estar (nomeadamente por via da segurança, de matérias-primas e bens essenciais, de saúde e de relações sociais)

Desenvolvimento de projetos para o conhecimento, focados na interação entre os ecossistemas e o Homem, promovendo e valorizando equilíbrios positivos, ou, em casos de desequilíbrios negativos e degradação, promoção de projetos e metodologias inovadoras para a devida restauração, reabilitação e reconversão

Promoção de projetos que contribuam para o conhecimento, a conservação, a proteção, a valorização e a sustentabilidade da biodiversidade em todo o território, privilegiando as espécies autóctones e os recursos genéticos endógenos – animais, plantas e micro-organismos

Promoção de projetos de avaliação do ciclo de vida, sustentabilidade e valorização dos recursos naturais endógenos: recursos geológicos (tais como águas minerais naturais, fontes termais, minerais, etc..), energéticos, hídricos, marinhos, genéticos, agrícolas e florestais, entre outros

Promoção de projetos para a prevenção, a avaliação do risco, a mitigação e o controlo de pragas e doenças nos setores agroalimentar e agroflorestal

Promoção de projetos com vista à valorização e sustentabilidade do património natural e paisagístico da região

2.b) Monitorização e gestão integrada dos recursos endógenos naturais

Promoção de projetos para a implementação de sistemas locais e remotos de mapeamento, inventariação e monitorização dos recursos endógenos naturais, lato sensu (tais como os recursos geológicos, energéticos, hídricos, marinhos, genéticos, agrícolas e florestais, entre outros)

Dinamização de projetos que promovam o desenvolvimento de tecnologias e produtos de suporte à monitorização e à gestão integrada dos ecossistemas marinhos, agrícolas e florestais (incluindo, entre outras, as fileiras das pescas, frutícola, vitivinícola, olivícola, etc.)

Dinamização de projetos que promovam a especialização inteligente, aliando as TICE e as atividades de exploração dos recursos naturais endógenos, tais como atividades marítimas (Smart Coast), agrícolas (SmartFarm), etc.

Promoção de projetos de monitorização do território e gestão integrada do risco (alterações climáticas, secas e cheias, contaminação de águas subterrâneas e aquíferos de águas minerais naturais, incêndios, erosão genética, espécies invasoras, pragas e doenças, dinâmicas da orla costeira, eventos extremos, etc.)

Promoção de projetos para a caraterização biológica, físico-química e sensorial de produtos naturais e agroalimentares, incluindo as cultivares tradicionais com potencial de inovação

2.c) Desenvolvimento de produtos, processos e serviços com vista à dinamização das cadeias de valor associadas aos recursos endógenos naturais

Promoção de projetos conducentes à implementação do conceito de bio refinaria integrada nas indústrias florestais e agroalimentares

Promoção de projetos de investigação e desenvolvimento tecnológico na área das energias renováveis (biomassa, solar, marinha, hidroelétrica e geotérmica)

Promoção de projetos de valorização de produtos e subprodutos florestais, agroalimentares, da pesca e da aquacultura, e de prospeção de compostos e produtos bioativos para a saúde e bem-estar

Promoção de projetos de desenvolvimento e aplicação de tecnologias inovadoras e de precisão nos setores agroalimentar, florestal e da pesca, melhorando a qualidade e a segurança alimentar e criando novos produtos de valor acrescentado

Dinamização de projetos de aquicultura sustentável em ambiente costeiro e de aquicultura em águas interiores como suporte à valorização ecológica e produtiva dos ecossistemas, que potenciem o setor emergente da “biotecnologia azul”

Promoção de projetos com vista ao desenvolvimento de tecnologias sustentáveis de recuperação e valorização de águas residuais e efluentes resultantes da atividade económica

Promoção de projetos de valorização dos recursos geológicos da região, em especial na aplicação de novas tecnologias para a deteção e exploração de jazigos profundos (mar e terra) e jazigos metálicos de baixa concentração

Desenvolvimento, certificação e promoção de produtos e serviços com elevado potencial para novos mercados

Promoção de projetos de desenvolvimento de produtos, serviços e tecnologias de suporte à logística e cadeias de distribuição mais eficientes e seguras, incluindo a valorização de processos de produção e práticas de comercialização e marketing

Promoção de projetos com vista à melhoria da eficiência do uso dos recursos nas cadeias de valor

Eixo 1 Soluções Industriais Sustentáveis

Esta é uma plataforma transetorial e multissetorial que pretende ter efeitos nas dimensões económica, social e ambiental e cujo objetivo é a modernização progressiva da indústria e a transformação do tecido industrial da Região Centro face aos desafios societais nacionais e europeus, de forma a gerar produtos de maior valor acrescentado para a região. Para isso, pretende-se a promoção de materiais, produtos e processos que tenham como agentes de mudança o uso eficiente e inovador dos recursos, a economia circular, as alterações climáticas e a indústria 4.0. 

 

1.a) Desenvolvimento de processos, materiais e sistemas sustentáveis de maior valor acrescentado para a Região Centro

Promoção de projetos que envolvam o desenvolvimento de processos, materiais, produtos ou sistemas sustentáveis e

inovadores com maior valor acrescentado para a indústria e a região

1.b) Uso eficiente de recursos e redução do impacte ambiental nos processos produtivos

Promoção de projetos que conduzam a um uso eficiente de recursos (energia, água e materiais), incluindo a

descarbonização e a redução de outros impactes, bem como a valorização de recursos minerais da região

1.c) Modernização industrial por via da Economia Circular

Promoção de projetos que apostem nos princípios da economia circular para a transformação e a modernização dos

diversos setores industriais da região, conferindo-lhes maior valor acrescentado e maior competitividade global

Fomento de projetos que usem a avaliação da sustentabilidade de processos, produtos e sistemas como ferramenta de

eco-inovação

Valorização de resíduos nos processos, produtos e sistemas em simbiose industrial através da reciclagem, reutilização e

valorização de resíduos e subprodutos como matérias-primas secundárias

1.d) Modernização industrial por via da “Produção centrada no ser humano”

Promoção de projetos que contribuam para a mudança de sistemas de produção industrial, de acordo com o conceito de

valorização do ser humano nas fábricas do futuro, agregando os conceitos da desmaterialização dos processos (Indústria

4.0) e relevando as tarefas mais nobres e de maior valor acrescentado para o ser humano na produção e nos serviços

associados

1.e) Valorização de tecnologias avançadas e/ou emergentes nos processos, produtos e sistemas eco inovadores de maior valor acrescentado

Promoção da incorporação de tecnologias avançadas e/ou emergentes (TICE – tecnologias de informação, comunicação e

eletrónica, micro e nanotecnologias, micro e nano materiais ou outros aditivos funcionais) que capitalizem maior valor

acrescentado nos processos e produtos industriais

Cruzamento de experiências entre diferentes cadeias de valor, da inovação ao empreendedorismo, dos modelos de

negócio aos serviços de apoio e logística

Na sequência da consulta pública sobre o processo de construção e de desenvolvimento da Estratégia de Investigação e Inovação para uma Especialização Inteligente (RIS3) do Centro de Portugal​, foi elaborado o relatório de ponderação das participações recebidas, que pode ser consultado aqui.

 

Foi ainda atualizado o Caderno D (que analisa o alinhamento dos projetos candidatos ao Portugal 2020 com a RIS do Centro), com dados reportados a 31 de dezembro de 2016. 

Caderno D: A Análise do alinhamento dos projetos candidatos ao Portugal 2020 com a RIS3 do Centro​

 

Esta documentação irá ser agora objeto de discussão no âmbito dos Grupos de Trabalho das quatro Plataformas de Inovação.

Na sequência da consulta pública sobre o processo de construção e de desenvolvimento da Estratégia de Investigação e Inovação para uma Especialização Inteligente (RIS3) do Centro de Portugal​, foi elaborado o relatório de ponderação das participações recebidas, que pode ser consultado aqui.

 

Foi ainda atualizado o Caderno D (que analisa o alinhamento dos projetos candidatos ao Portugal 2020 com a RIS do Centro), com dados reportados a 31 de dezembro de 2016. 

Caderno D: A Análise do alinhamento dos projetos candidatos ao Portugal 2020 com a RIS3 do Centro​

 

Esta documentação irá ser agora objeto de discussão no âmbito dos Grupos de Trabalho das quatro Plataformas de Inovação.

 

 

 

  

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), submeteu (a 10 de Novembro de 2016) o processo da Estratégia de Investigação e Inovação para uma Especialização Inteligente para a Região Centro (abreviadamente designada por RIS3 do Centro) a uma consulta pública, que decorreu até ao fim de 2016.

Com esta consulta pública, a CCDRC pretendeu estimular uma maior participação cidadã no processo de construção da Estratégia, bem como convidar os especialistas interessados para participar nos grupos de trabalho das quatro Plataformas de Inovação da RIS3 do Centro de Portugal.

Os documentos mais recentes dos diversos aspetos relacionados com a construção da RIS3 do Centro podem ser consultados no documento síntese “RIS3 no Centro de Portugal” e nos Cadernos disponíveis:

Caderno A: RIS3 do Centro: Plataformas de Inovação e Linhas de Ação

Caderno B: O processo de construção da RIS3 do Centro

Caderno C: Programa de Trabalhos da RIS3 do Centro

Caderno D: A Análise do alinhamento dos projetos candidatos ao Portugal 2020 com a RIS3 do Centro

Caderno E: O contexto regional e o potencial de inovação para as apostas da RIS3 do Centro [inclui um glossário e uma lista de acrónimos]

 

A manifestação de vontade de integrar os grupos de trabalho da RIS3 do Centro pode ser endereçada pelas seguintes formas:

•Através do sítio eletrónico da CCDRC

•Através do envio de mensagem eletrónica para o endereço Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.;

•Através de carta dirigida à CCDRC (Rua Bernardim Ribeiro, 80, 3000-069 Coimbra).

 

 

Ir para: A-DE-H I-L M-P Q-T U-Z


A-D

Capacitação

Conjunto de instrumentos e mecanismos que permitem dotar de operacionalidade as estruturas responsáveis pela dinamização do processo da RIS3 do Centro, nas vertentes de coordenação, envolvimento e dinamização de atores; acompanhamento de projetos estruturantes; geração e estruturação de comunicação.

 

Comunicação 

Todas as iniciativas de informação, periódica ou circunstancial, divulgação e promoção, a serem desenvolvidas no âmbito do processo de dinamização e implementação da RIS3 do Centro, que sejam previamente enquadradas num plano de comunicação.

 

Domínios prioritários da estratégia de investigação e inovação para uma especialização inteligente 

Correspondem às áreas identificadas na RIS3 do Centro, que possuem especialização científica, tecnológica e económica, nas quais a Região Centro detém um posicionamento competitivo relevante no quadro nacional/europeu ou que apresentam potencial de crescimento, bem como a criação de novas lideranças, propiciadoras de mudança estrutural na economia. 

Adaptado do Artigo 2.º da Portaria nº 57-A/2015, de 27 de fevereiro 

 

E-H

Entrepreneurial discovery process

Processo que procura identificar domínios/atividades emergentes, designadamente a partir da articulação frutuosa das capacidades produtivas e das competências científicas e tecnológicas existentes na região que, juntamente com as atividades atuais, selecione as áreas de especialização nas quais a região pode ter vantagens competitivas e estabeleça a ligação entre pequenas, médias e grandes empresas e estas e o Sistema Científico e Tecnológico.

 

Especialização Inteligente

A especialização inteligente é uma abordagem estratégica de desenvolvimento, através do apoio focalizado na investigação e na inovação. Este conceito assenta no princípio de que a concentração dos recursos do conhecimento e a sua ligação a um número limitado de atividades económicas prioritárias permitirá aos países e às regiões serem, e manterem-se, competitivas na economia global.

 

I-L

Inovação

Corresponde à introdução de um novo – ou significativamente melhorado – produto ou serviço, de um processo, de um novo método de comercialização ou de um novo método organizativo, nas práticas internas, na organização do local de trabalho ou nas relações externas da empresa. As atividades inovadoras correspondem assim a operações científicas, tecnológicas, organizativas, financeiras ou de marketing.

Um dos pilares fundamentais para a dinamização da especialização inteligente (cujas estratégias regionais se denominam RIS3) é a inovação, pelo que a compreensão profunda do seu significado se revela fundamental. Esta definição foi adotada para efeitos da regulamentação aplicável no domínio da competitividade e internacionalização do acordo de parceria Portugal 2020.

Adaptado de OCDE, Manual de Oslo, 3.ª edição

 

M-P

Programas de atividades conjuntas (PAC) 

Âmbito: Sistema de apoio à investigação científica e tecnológica

Programas que envolvem investimentos de dimensão estruturante, temáticos e de caráter multidisciplinar, destinados a consórcios de entidades não empresariais do sistema I&I, estabelecidos com o objetivo de apresentar propostas que contribuam para responder a grandes desafios societais, ou quando adequado a colmatar lacunas no tecido científico e tecnológico, identificadas na Região, podendo ser enquadráveis atividades de desenvolvimento experimental. 

Artigo 103.º da Portaria nº 57-A/2015, de 27 de fevereiro

 

Programas integrados de IC&DT 

Âmbito: Sistema de apoio à investigação científica e tecnológica 

Programas envolvendo ações de interesse estratégico que visem o desenvolvimento e a consolidação de linhas de investigação de interesse público e com impacto ao nível regional ou nacional. 

Artigo 103.º da Portaria nº 57-A/2015, de 27 de fevereiro

 

Programas mobilizadores 

Âmbito: Sistema de incentivos às empresas de desenvolvimento tecnológico – Investigação e desenvolvimento tecnológico 

Projetos dinamizadores de capacidades e competências científicas e tecnológicas, com elevado conteúdo tecnológico e de inovação e com impactes significativos a nível multissectorial, regional, de cluster, e outras formas de parceria e cooperação, visando uma efetiva transferência do conhecimento e valorização dos resultados de I&D junto das empresas, realizados em colaboração efetiva entre empresas e entidades não empresariais do sistema I&I. 

Artigo 61.º da Portaria nº 57-A/2015, de 27 de fevereiro

 

Projetos de IC&DT 

Âmbito: Sistema de apoio à investigação científica e tecnológica 

Projeto de investigação científica e desenvolvimento tecnológico internacionalmente competitivo, visando a criação e consolidação de conhecimento e competências que promovam e facilitem: 

  • Avanços significativos do conhecimento nas fronteiras da ciência; 
  • Resolução de problemas científicos e tecnológicos complexos; 
  • Consolidação de linhas de investigação envolvendo abordagens sinérgicas, complementares e coerentes; 
  • Respostas a desafios societais específicos. 

Artigo 103.º da Portaria nº 57-A/2015, de 27 de fevereiro 

 

Projetos de investigação de carácter exploratório 

Âmbito: Sistema de apoio à investigação científica e tecnológica 

Projeto dirigido ao apoio a ideias originais, inovadoras e internacionalmente competitivas, sem necessidade de serem alicerçadas em resultados preliminares. 

Artigo 103-º da Portaria nº 57-A/2015, de 27 de fevereiro

 

Projetos de provas de conceito (PdC) 

Âmbito: Sistema de apoio à investigação científica e tecnológica 

Projetos que visem a valorização de conhecimento já produzido em projetos anteriores, nomeadamente através da produção de protótipos laboratoriais, ou quando relevantes pré-séries semi-industriais, representativos de potenciais aplicações futuras para demonstração inicial do potencial da descoberta e sua disseminação junto tecido económico a partir das entidades não empresariais do sistema I&I. 

Artigo 103.º da Portaria nº 57-A/2015, de 27 de fevereiro 

 

Projetos demonstradores 

Âmbito: Sistema de incentivos às empresas de desenvolvimento tecnológico – Investigação e desenvolvimento tecnológico 

Projetos demonstradores de tecnologias avançadas e de linhas-piloto, que, partindo da atividades de I&D concluídas com sucesso, visam evidenciar, perante um público especializado e em situação real, as vantagens económicas e técnicas das novas soluções tecnológicas que não se encontram suficientemente validadas do ponto de vista tecnológico para utilização comercial. 

Artigo 61.º da Portaria nº 57-A/2015, de 27 de fevereiro 

 

Projetos estruturantes 

Projetos transversais a uma plataforma ou entre plataformas, determinantes para o sucesso estratégico de cada uma delas, que integrem um conjunto alargado e diferenciado de atores. Atendem a prioridades estratégicas identificadas e consensualizadas que visam uma mudança coletivamente ambicionada, exigindo compromissos, concentrando esforços de vários atores e mobilizando maiores recursos. 

Possuem uma mais exigente componente de resultados tidos como indutores de mudança por práticas inovadoras que conduzam a situações competitivas e sustentáveis.

A apresentação das respetivas candidaturas poderá ser feita no âmbito do calendário dos avisos a divulgar pelo Balcão 2020 ou, em casos excecionais e devidamente justificados, através de convite, mediante deliberação prévia da Comissão Interministerial de Coordenação do Acordo de Parceria, sob proposta da Autoridade de Gestão CENTRO 2020. 

 

Q-T

RIS3

As RIS3 (Research and Innovation Smart Specialisation Strategies) – Estratégias de Investigação e Inovação para uma Especialização Inteligente – constituem agendas de transformação económica integrada de base local, que partem da identificação das características e dos recursos específicos de cada região para, através de um processo participado por todas as partes interessadas (stakeholders), estabelecerem uma visão de futuro sustentável para o território. Constituem uma abordagem estratégica do desenvolvimento, focalizada na investigação e na inovação.

Estas estratégias são parte essencial da reforma da Política de Coesão da União Europeia, na medida em que assentam no reforço da programação estratégica, na concentração temática e na orientação para o desempenho em função de resultados. A regulamentação da Política de Coesão da União Europeia para 2014-2020 tornam a especialização inteligente uma condição prévia (a chamada «condicionalidade ex ante»).

As RIS3 canalizam os esforços de desenvolvimento económico e os investimentos para as mais-valias relativas de cada região (assente no princípio de que a concentração de recursos do conhecimento em atividades económicas prioritárias permite a competitividade regional na economia global, explorando as respetivas oportunidades económicas e as tendências emergentes e tomando medidas para potenciar o seu crescimento económico). 

Aspetos centrais neste exercício, e ao longo do seu desenvolvimento, são:

(i)desencadear e alimentar um processo que permita identificar domínios/atividades emergentes, designadamente da articulação frutuosa das capacidades produtivas e das competências científicas e tecnológicas existentes na região que, juntamente com as atividades atuais, permitam identificar as áreas de especialização nas quais a região pode ter vantagens competitivas, sendo fundamental neste processo estabelecer a ligação entre pequenas, médias e grandes empresas e estas e o Sistema Científico e Tecnológico (“entrepreneurial discovery process”);

(ii)proceder à análise das cadeias de valor nacionais e internacionais nas áreas em que a região é forte (ou pode vir a ser) e nas quais pode posicionar-se de forma diferenciada e com vantagens comparativas;

(iii)ensaiar um modelo de ‘governação coletiva’, de iniciativa da administração pública, cujo papel é ajudar a criar capital criativo e social no âmbito da comunidade, mas que tem que envolver alguns dos principais parceiros no grupo mais restrito de coordenação, desempenhando eles algumas tarefas de responsabilidade como forma de garantir que a estratégia é apropriada por aqueles que irão desenvolver as iniciativas que permitirão concretizá-la;

(iv)assegurar a combinação de políticas, ou seja, a conjugação dos instrumentos disponíveis numa determinada região – apoios no âmbito dos programas europeus, empréstimos e outros apoios –, esperando que isso se revele eficaz para atingir as metas desejadas e definir os instrumentos de forma articulada com a conceção dos Programas Operacionais 2014-2020, garantindo que a concretização da estratégia não se torna um exercício demasiado difícil ou até impossível.

A metodologia proposta pela Comissão Europeia para as RIS3 no território europeu prevê seis passos: (i) análise do contexto regional e do potencial de inovação; (ii) definição de um modelo de governação assente na participação e liderança colaborativa; (iii) elaboração de uma visão global, partilhada, para o futuro da região; (iv) identificação das prioridades; (v) definição do policy mix (combinação de instrumentos e políticas) e do plano de ação; 

(vi) integração de mecanismos de monitorização e avaliação.

 

Tipologias de inovação

Podem distinguir-se quatro tipos de inovação:

  • «Inovação de produto/serviço»: a introdução de um novo ou significativamente melhorado produto ou serviço, incluindo alterações significativas nas suas especificações técnicas, componentes e materiais, software incorporado, facilidade de uso ou outras características funcionais. O termo “produto” abrange tanto bens como serviços;
  • «Inovação de processo»: a implementação de um novo ou significativamente melhorado processo ou método de produção de bens e serviços, de logística e de distribuição;
  • «Inovação de marketing»: a implementação de um novo método de marketing, com mudanças significativas no design do produto ou na sua embalagem, ou na sua promoção e distribuição;
  • «Inovação organizacional»: a aplicação de um novo método organizacional na prática empresarial, na organização do local de trabalho ou nas relações externas de uma empresa

Adaptado de OCDE, Manual de Oslo, 3.ª edição

 

Transferência de tecnologia e conhecimento 

Processo pelo qual o conhecimento técnico e científico, desenvolvido poer agentes privados ou públicos, é transferido, explorado e convertido num ativo ou recurso crítico com valor acrescentado para terceiros, no âmbito empresarial ou social. 

Artigo 2.º da Portaria nº 57-A/2015, de 27 de fevereiro 

 

U-Z

No âmbito dos trabalhos preparatórios do Período Pós-2020, a CCDRC coordenou o processo de revisão da Estratégia Regional de Especialização Inteligente do Centro (RIS3 do Centro).

Este foi um processo de construção coletiva em que os agentes regionais se envolveram ativamente em reuniões de discussão e através do envio de contributos escritos. 

 


 

Reunião de lançamento do processo de revisão da RIS3 do Centro

A CCDRC organizou, a 31 de Outubro de 2019, a reunião de lançamento do processo de revisão da RIS3 do Centro, na qual estiveram presentes 132 participantes. Com esta reunião iniciou-se o processo mais amplo de definição de uma Visão Estratégica para a Região Centro 2030.

Esta reunião procurou dar informação relevante para o futuro período de programação e fazer um balanço das atividades de desenvolvimento, operacionalização, comunicação e monitorização da RIS3 do Centro. 

Os atores regionais tiveram oportunidade de se pronunciarem sobre questões importantes para este processo.

De modo a assegurar um processo participado, antes da reunião foi enviado aos stakeholders  um questionário que procurou reunir contributos essenciais para a revisão da RIS3 do Centro. Uma apresentação dos resultados deste questionário, que obteve 97 respostas, está disponível aqui.

Pode encontrar aqui a apresentação realizada pela CCDRC nesta reunião.

 


 

Reuniões dos Grupos de Trabalho da RIS3 do Centro

Durante os dias 30 de janeiro e 3 de fevereiro de 2020, a CCDRC organizou reuniões dos diferentes Grupos de Trabalho da RIS3 do Centro. Estas reuniões tinham como principal objetivo permitir a discussão focada, dentro de cada um dos grupos, de alguns temas essenciais para o processo de revisão da RIS3 do Centro. Destaca-se, por exemplo, a identificação do foco regional dos domínios temáticos diferenciadores e a revisitação das Linhas de Ação da RIS3 do Centro.

 

Reunião do Grupo de Trabalho - Soluções industriais sustentáveis

Realizou-se a 30 de janeiro de 2020 e contou com 67 participantes.

Pode encontrar aqui a apresentação realizada nesta sessão de trabalho.

 

Reunião do Grupo de Trabalho - Valorização de recursos endógenos naturais

Realizou-se a 3 de fevereiro de 2020 e contou com 108 participantes.

Pode encontrar aqui a apresentação realizada nesta sessão de trabalho.

 

Reunião do Grupo de Trabalho - Tecnologias para a qualidade de vida

Realizou-se a 30 de janeiro de 2020 e contou com 66 participantes.

Pode encontrar aqui a apresentação realizada nesta sessão de trabalho.

 

Reunião do Grupo de Trabalho - Inovação territorial

Realizou-se a 3 de fevereiro de 2020 e contou com 113 participantes.

Pode encontrar aqui a apresentação realizada nesta sessão de trabalho.

 

No seguimento destas reuniões dos Grupos de Trabalho da RIS3 do Centro, foi criado um mecanismo de recolha estruturada de contributos escritos (submetidos online) para a revisão das Linhas de Ação de cada uma das quatro Plataformas de Inovação da Estratégia Regional de Especialização Inteligente. Ao todo, foram recebidos 30 contributos escritos.

A consolidação de todos estes contributos permitiu construir um primeiro documento de trabalho.

 


 

Consulta escrita ao documento de revisão da RIS3 do Centro

Entre os meses de janeiro e fevereiro de 2021, a CCDRC organizou um processo de consulta escrita ao documento de revisão da RIS3 do Centro. Para facilitar a participação de todos, foi disponibilizado um formulário online que obteve 100 respostas. Foram ainda recebidos seis contributos escritos através de correio eletrónico.

 


 

Aprovação do documento de revisão da RIS3 do Centro pelo Conselho Coordenador

A 27 de abril de 2021 decorreu uma reunião do Conselho de Coordenador da RIS3 do Centro. A reunião, que teve 44 participantes, tinha como principal objetivo discutir e votar a aprovação do documento de revisão da Estratégia Regional de Especialização Inteligente do Centro. A apresentação realizada está disponível aqui e o documento aprovado aqui

 


 

 

Revisão para o período 2021-2027

A versão revista da Estratégia Regional de Especialização Inteligente do Centro (RIS3 do Centro) foi aprovada pelo Conselho Coordenador da RIS3 do Centro em reunião que decorreu no dia 27 de abril de 2021.

O documento de apresentação da Estratégia revista pode ser consultado aqui (o Anexo 1, que apresenta os Domínios Diferenciadores da RIS3 do Centro, pode ser consultado aqui e o Anexo 2, que contém uma proposta de instrumentos a mobilizar por categoria de ecossistema, aqui).

Este documento resulta de um processo amplamente participado (descrito aqui) que se insere na reflexão para estabelecer a visão estratégica para a Região Centro 2030 (cujo documento aprovado em Conselho Regional, a 4 de novembro de 2020, pode ser consultado aqui), sendo a RIS3 do Centro parte integrante e central da estratégia regional para a próxima década. A Estratégia de Especialização Inteligente será "condição favorável" para o período de programação 2021-2027. O cumprimento desta condição será obrigatório no âmbito do Objetivo Político 1, da Política de Coesão - Uma Europa mais inteligente, promovendo uma transformação económica inovadora e inteligente. O relatório de auto-avaliação de cumprimento desta condição, por parte da RIS3 do Centro, pode ser consultado aqui.

 

 

RIS3 do Centro - 2014-2020

A definição das Estratégias de Investigação e Inovação para uma Especialização Inteligente (RIS3), é um processo de construção coletivo e contínuo que foi tornado obrigatória pela Comissão Europeia, no âmbito da Política de Coesão para 2014-2020, constituindo uma identificação, em cada região, das áreas prioritárias para atribuição de fundos comunitários à Investigação e Inovação.

O desenvolvimento da RIS3 do Centro iniciou-se com um exercício amplo de reflexão estratégica sobre o futuro da região, com vista a definir uma estratégia de desenvolvimento regional até 2020, e em contacto direto com os diversos agentes regionais, que validaram um conjunto de domínios diferenciadores temáticos, nos quais a Região se diferencia ou tem potencial de crescimento. Os domínios diferenciadores temáticos do Centro são: Agroindústria; Floresta; Mar; TICE; Materiais; Saúde e o Bem-estar; Biotecnologia; e Turismo.

Foram igualmente identificadas prioridades transversais, que correspondem a objetivos que se pretendem atingir com a estratégia regional e alinham com a Estratégia Europa 2020. As prioridades transversais, atualmente, são: sustentabilidade dos recursos; qualificação dos recursos humanos; coesão territorial; e internacionalização.

Partindo dos domínios diferenciadores temáticos e das prioridades transversais, foi possível chegar às Plataformas de Inovação. Estas são quatro áreas focais, horizontais, com as quais se pretende gerar novas atividades (quer a partir do que existe, quer explorando novas oportunidades e novas combinações de recursos) e, assim, dinamizar projetos de investigação e inovação no contexto da Política de Coesão. As plataformas de inovação são: soluções industriais sustentáveis; valorização dos recursos endógenos naturais; tecnologias para a qualidade de vida e inovação territorial.

A matriz de referência para avaliar o alinhamento, com a RIS3 do Centro, de projetos candidatos aos Programas Operacionais do Portugal 2020 é constituída, precisamente, por estas plataformas de inovação e pelas linhas de ação existentes dentro de cada uma delas.

Em conclusão, com a RIS3 do Centro, pretende-se promover atividades que contribuam de forma clara e diferenciadora para a economia regional e/ou para o ecossistema regional de inovação e que tenham capacidade de produzir efeitos de arrastamento nas cadeias de valor e efeitos de disseminação na região.

 

RIS3 do Centro de Portugal 2014-2020 (outubro de 2016)

Este documento faz uma apresentação geral e sumária da RIS3 do Centro 2014-2016.

Caderno A: RIS3 do Centro 2014-2020: Plataformas de Inovação e Linhas de Ação (outubro de 2017)

Este Caderno faz uma apresentação dos domínios diferenciadores temáticos, das prioridades transversais, das plataformas de inovação e das linhas de ação da RIS3 do Centro.

Caderno B: O processo de construção da RIS3 do Centro 2014-2020 (agosto de 2018)

Este Caderno faz uma apresentação do processo de construção da RIS3 do Centro, apresentando os passos mais relevantes, o modelo de governação regional e dando um especial ênfase ao envolvimento dos Grupos de Trabalho.

Caderno C: Programa de Trabalhos da RIS3 do Centro 2014-2020 (outubro de 2016)

Este Caderno faz uma apresentação do programa de trabalhos da RIS3 do Centro para o período 2014-2020. Este assenta num modelo com quatro eixos de atuação: comunicação, capacitação, monitorização e desenvolvimento.

Caderno D: A Análise do alinhamento dos projetos candidatos ao Portugal 2020 com a RIS3 do Centro 2014-2020 (julho de 2021)

Este caderno faz uma análise do alinhamento dos projetos candidatos ao Portugal 2020 com a RIS3 do Centro, tendo por base os sistemas de informação do PORTUGAL 2020.

Caderno E: O contexto regional e o potencial de inovação para as apostas da RIS3 do Centro 2014-2020 [inclui um glossário e uma lista de acrónimos] (outubro de 2016)

Este Caderno faz uma análise do contexto regional (incluindo uma análise SWOT) e do potencial de inovação do Centro e da sua Estratégia de Especialização Inteligente. No final deste documento pode encontrar-se um glossário e uma lista de acrónimos para o conjunto dos Cadernos (A, B, C, D e E).

 

A Comissão Europeia aprovou, no dia 12 de dezembro, o Programa Operacional da Região Centro - Centro 2020 - para o período 2014-2020. O Centro 2020 terá uma dotação de 2.155 milhões de euros, dos quais 1.751 milhões de euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e 404 milhões de euros do Fundo Social Europeu (FSE). Este valor representa um acréscimo de 27% face ao atual período de programação (2007-2013) e corresponde a um valor de 925 euros por habitante da Região Centro.

Com a aplicação dos fundos comunitários inscritos no Centro 2020, a Região Centro ambiciona tornar-se Innovation Follower (segundo o Regional Innovation Scoreboard, que fornece uma abordagem comparativa do desempenho das regiões europeias em termos de inovação), representar 20% do PIB Nacional e convergir para os níveis de produtividade nacional, diminuir em 10% as assimetrias territoriais, ter 40% da população jovem com formação superior e ter uma taxa de desemprego inferior a 70% da média nacional.

A Região Centro terá, assim, como prioridades, até 2020, sustentar e reforçar a criação de valor e a transferência de conhecimento, promover um tecido económico responsável, industrializado e exportador, captar e reter talento qualificado e inovador, reforçar a coesão territorial, estruturar uma rede policêntrica de cidades de média dimensão, dar vida e sustentabilidade a infraestruturas existentes e consolidar a capacitação institucional.

Consulte aqui o texto integral do Programa Centro 2020

Mapa Eixos RIS 3 Soluções Industriais Sustentáveis Valorização dos recursos endógenos naturais Tecnologias para a qualidade de vida Inovação territorial